sábado, 30 de março de 2019

Comentários para Adolescentes: Lição 01 – Se a Vida é Dura… Trabalhe!

LIÇÃO 1
1º TRIMESTRE 2019

SE A VIDA É DURA... TRABALHE!

SÁBADO A TARDE – 30 DE MARÇO 2019 – JOSÉ MUITO PRAZER!
Comentário por:   Rogério Marques dos Reis
Queridos amigos da web e da classe dos adolescentes. Estamos iniciando mais um trimestre e pela graça de Deus o estudo desta nova lição será uma benção pra todos nós.
No decorrer das lições estamos fazendo uma viagem no tempo, já aprendemos com Abraão, Isaque e Jacó e agora chegou a vez do Patriarca José.
José é um dos meus personagens favoritos na Bíblia. Sua história é tão rica de experiências e aventuras que fascina vermos a mão Deus em todos os momentos de sua vida, até mesmo naqueles em que José parecia esquecido e abandonado.
Portanto nesta semana vamos aprender com a fidelidade e os problemas da vida deste homem de Deus. Será que valeu a pena ser fiel?
Quantas lições podemos extrair para nossa vida através da vida dele.
Portanto, esperamos você a cada dia para juntos crescermos nesta caminhada rumo ao céu.
Pense: Abandonado! Quantas vezes você já se sentiu da mesma forma? Qual foi a sua reação?
Decisão: Faça um pacto com Deus hoje, de não lagar a mão do Todo Poderoso, em nenhum momento de sua vida.

DOMINGO, 31 DE MARÇO 2019 – ESCOLA DE DEUS…
Ontem, ao citarmos a linha do tempo que estamos estudando, parece que a cada geração as coisas ficaram mais difíceis para os patriarcas. Vejam:
Abraão, saiu de uma terra familiar em busca de uma terra prometida.
Isaque,não precisou sair, mas o servo de seu pai saiu em busca de uma esposa para ele.
Jacó, saiu fugido de sua casa e na terra de sua parentela sofreu bastante.
José, não saiu, mas ¨saíram¨com ele para se tornar um escravo no Egito.
Ao estudarmos a vida deste grande Patriarca, vemos que os defeitos de seu pai, ao mimá-lo em demasia fez com que os demais irmãos o odiassem.
Leiam com atenção um pedaço do texto indicado para a semana:
“Seu pai, forte e terno como havia sido seu amor, fizera-lhe mal com sua parcialidade e indulgência. Esta preferência imprudente havia encolerizado seus irmãos, e os incitara à ação cruel que o separara de seu lar. Os efeitos dessa preferência eram também manifestos em seu caráter. Defeitos haviam sido acariciados, que agora deveriam ser corrigidos. Ele se estava tornando cheio de si e exigente. Acostumado à ternura dos cuidados de seu pai, viu que não se achava preparado para competir com as dificuldades que diante dele estavam, na vida amarga e desconsiderada de estrangeiro e escravo. Patriarcas e Profetas,cap.20.
Existe bençãos a serem aprendidas mesmo na aflição. Precisamos buscar a Deus e aprender a confiar mesmo não enxergando como Deus vê. O sofrimento deve gerar em nós um crescimento no relacionamento com Deus. Devemos exercitar a fé nos momentos escuros ou a dúvida nos dominará e nos vencerá.
Pense: Será que as bênçãos que Deus nos concede, tem nos feito mais fieis e tementes a Deus?
Decisão: No seu momento de comunhão, entregue seus problemas a Ele, e peça para ouvir e entender o propósito divino para aquela situação.O que você pode relatar abaixo, como alguma experiência vivida de fé e vitória ?

SEGUNDA-FEIRA, 01 DE ABRIL 2019 – DEUS TINHA OUTROS PLANOS PARA MIM (PARTE I)
“Os israelitas falharam no cumprimento do desígnio de Deus, deixando assim de receber as bênçãos que lhes teriam pertencido. Mas em José e Daniel, em Moisés e Eliseu, e em muitos outros, temos nobres exemplos dos resultados do verdadeiro plano de vida. Idêntica fidelidade hoje produzirá os mesmos frutos.” Ciência do Bom Viver, p.285.
Já aconteceu com você de ouvir um belo sermão com uma linda experiência e se perguntar o porque de não acontecer com você também?
Já se sentiu frustrado em algum momento achando que as bênçãos do Senhor só recaem sobre os outros? Isto já aconteceu comigo, porém, decidi orar ao Senhor lhe pedindo que me permitisse viver uma experiência real com ele, e para minha surpresa Deus respondeu, não uma só vez mais diversas vezes.
Acontece que a resposta de Deus nem sempre é a que nós queremos, porém sempre é a melhor.
Quando eu estava cursando o terceiro ano de teologia, nas férias de janeiro, eu havia ido colportar na cidade de Araçatuba em São Paulo. Naquela campanha eu havia vendido quarenta mil reais e a equipe de estudantes mais quarenta mil, somando um total de oitenta mil reais, como líder da equipe eu esta maravilhado, especialmente porque iria sair com um bom dinheiro para pagar os estudos, eu pensava que finalmente com aquelas bençãos em dinheiro Deus havia respondido minha oração de ter uma experiência real com Ele. Mas Deus tinha outros planos para mim.
De repente tudo começou a dar errado, cheques de clientes começaram a voltar, colportores saíram devendo e para piorar eu fui roubado, no final de tudo eu que deveria sair com uns oito mil de lucro, sai devendo cinco mil.
E agora o que fazer para pagar os estudos, como contar para minha esposa que depois de dois meses longe de casa nas férias trabalhando eu não tinha dinheiro algum. Voltei para casa chorando amargamente por 400 km. Mas Deus tinha outros planos para mim. A segunda parte desta história você vera amanhã.
Pense: Muitos de nós pedimos que Deus transforme nossa vida e nos conceda uma grande experiência com Ele e quando Ele responde dá maneira dEle, achamos que o Senhor nos abandonou.
Decisão: Você confia plenamente no Senhor para pedir que Ele faça da sua vida o que Ele achar melhor?

TERÇA-FEIRA, 02 DE ABRIL 2019 – DEUS TINHA OUTROS PLANOS PARA MIM (PARTE II)
“Estudai a história de José … O Senhor não impediu as maquinações dos homens que procuravam fazer-lhes mal; mas conduziu todos os planos para o bem de Seus servos, que no meio de provas e lutas mantiveram sua fé e lealdade.” Ciência do Bom Viver, p.487
Bom dia amigos. Ás vezes pedimos experiência com Deus e não aceitamos a resposta que Ele nos dá. Eu achava que o milagre de ter vendido tantos livros de saúde na colportagem era o a grande experiência na minha vida, mas, Deus tinha outros planos.
Disse ontem a vocês que por diversos motivos inclusive roubos, eu saí devendo muito dinheiro. Agora estava em casa chorando com minha esposa, desesperado e muito bravo com Deus. Se a situação não mudasse eu teria que trancar minha matricula, mas, não sabia se teria coragem de voltar a estudar.
Passei uma noite toda chorando e questionando a Deus, perguntando: Por que Senhor, por que tudo isso?
Na manha seguinte minha esposa pediu que eu fosse até a faculdade trancar a matricula, e eu fui. Quando cheguei na sala do tesoureiro da faculdade, ele disse: Qual é o seu nome? Ao lhe responder ele retrucou: Ahhh, você é o Vanderson? Eu logo fiquei imaginando que o gerente do departamento onde eu havia trabalhado tinha ligado para ele para falar da dívida que eu tinha.
Mas Deus tinha outros planos para mim, lembra? O tesoureiro pegou o telefone, falou com alguém por uns cinco minutos, depois desligou e disse: “Rapaz você não deve nada, você pode estudar”.
Naquele instante eu disse que ele estava brincando comigo, o que eu mais tinha era dívida. Então ele me respondeu: Sabe, alguém ligou aqui e pediu para que eu o informasse sobre sua situação financeira assim que você chegasse, essa pessoa pagou seu semestre todo na faculdade e o que você devia anteriormente.
Saí daquela sala, louvando a Deus e ouvindo-o sussurrar no meu ouvido, dizendo:
“Você não entendeu que Eu Sou o Deus da sua vida? Que basta confiar em mim, nunca duvide de como eu posso mudar o jogo, do meu jeito e posso fazer qualquer milagre”.
Pense: Deus tem muitas vezes o estranho habito de fazer gols aos 45 minutos do segundo tempo.
Decisão: Você está passando por uma situação difícil? Será que Deus não está querendo fazer uma grande obra na sua vida através desta dificuldade?

QUARTA-FEIRA, 03 DE ABRIL 2019 – VOCÊ NÃO PRECISA VIVER DA EXPERIÊNCIA DOS OUTROS
“As mesmas grandiosas verdades que foram reveladas por estes homens, Deus deseja revelar por meio dos jovens e crianças de hoje. A história de José e Daniel é uma ilustração daquilo que Ele fará pelos que se entregam a Ele, e que de todo o coração procuram cumprir o Seu propósito”.
Agora que já ouvimos da grandiosidade de Deus na vida de José, na minha vida e na de muitos outros, chegou a hora de falarmos da sua vida.
Há quanto tempo você ora ou espera por um milagre de Deus, há quanto tempo você espera por uma grande experiência com o Senhor?
Sabe, você não precisa viver da experiência dos outros, você pode ter a sua com Deus, veja o texto acima da Sra, White novamente, ela diz que o que aconteceu com José e outros grandes homens na história deste mundo é apenas um exemplo do que Deus pode fazer hoje na via daqueles que se entregam a Ele de todo o coração.
José certamente conhecia as histórias de Deus agindo na vida de Abraão, Isaque e de Jacó, mas, agora era o seu momento, era a sua luta e no meio de tanta adversidade ele tinha que ter a sua própria experiência com o Senhor, mas, tudo começava com sua fidelidade em servir a Deus a despeito das dificuldades.
“José considerou o ser vendido para o Egito como a maior calamidade que lhe poderia haver sobrevindo; viu, porém, a necessidade de confiar em Deus como nunca o fizera quando protegido pelo amor de seu pai. José levou Deus consigo para o Egito, e isto se tornou patente pela sua atitude animosa em meio da aflição.” Ellen White, “E recebereis Poder”, p.258”
Pense: “O propósito de Deus é que aqueles que amam e honram o Seu nome também sejam honrados, e que a glória dada a Deus por seu intermédio seja refletida sobre eles mesmos.” Ellen White, “E recebereis Poder”, p. 258”.
Decisão: Relate hoje nos comentário como Deus tem agido em sua vida, se você puder relate algum milagre que Ele fez por você, isto pode ajudar á outros que estão passando por problemas semelhante.

QUINTA-FEIRA, 04 DE ABRIL 2019 – AINDA QUE CAIAM OS CÉUS
“Então seus pensamentos volveram para o Deus de seu pai… José acreditava que o Deus de seus pais seria o seu Deus. Ali mesmo se entregou então completamente ao Senhor, e orou para que o Guarda de Israel estivesse com ele na terra do exílio”. Patriarcas e Profetas, 213-214
Todos nós gostamos de ouvir histórias com final feliz, não é mesmo? A história de José tem um final feliz, mas, e se Deus não o tivesse colocado como governador do Egito? E se José por não querer dormir com a esposa de Potifar tivesse morrido na prisão?
Muitos querem estar no lugar de José por saberem o fim da história, mas, José não sabia como tudo iria terminar. Uma coisa, porém, ele sabia, na prisão ou no palácio, não importava o lugar, como governador ou como escravo, seu dever era ser fiel para com Deus.
Hoje, porém, o que vemos? Muitos jovens abandonando a Deus, por pressão de amigos ou amigas, quebrando o voto da virgindade pela pressão do namorado ou namorada. Ingerindo bebidas alcoólicas pela pressão do grupo, deixando a igreja por trabalhos no dia de sábado.
José não decidiu servir a Deus se Ele mudasse sua sorte, não, não foi assim, o texto acima de Patriarca e Profetas, relata o pensamento de José quando ele ainda esta indo amarrado para o Egito.
Ele não sabia ao certo o que aconteceria, o texto diz: “Ali mesmo se entregou então completamente ao Senhor, e orou para que o Guarda de Israel estivesse com ele na terra do exílio”.
Este era José, não importava o que acontecesse, ainda que os céus desabassem ele permaneceria fiél, ao seu Deus.
Pense: A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como
Decisão: Você está disposto a servir ao Senhor ainda que caiam os Céus? Ainda que os amigos ou o namorado te abandone?

SEXTA-FEIRA, 05 DE ABRIL 2019 – NA PROSPERIDADE E NA ADVERSIDADE
Ninguém pode ficar em uma altura preeminente sem correr perigo. Assim como a tempestade deixa intacta a flor do vale e desarraiga a árvore no topo das montanhas, as terríveis tentações que deixam ilesos os humildes da vida, assaltam os que se acham nos altos postos de êxito e honras. José, porém, suportou a prova da adversidade, e da prosperidade, de modo semelhante. A mesma fidelidade que manifestou nos palácios de Faraó, manifestou na cela do prisioneiro.
Vimos durante esta semana que a vida de José não foi nada fácil, mas, que Deus tinha grandes planos para ele. Porem, pense comigo, você acha que as lutas de José terminaram, quando ele se tornou governador do Egito?
Certamente não, aliás, eu creio que lutas maiores vieram, sabe por quê? Quanto mais alto estivermos maiores serão as quedas e satanás sabe disso.
Talvez hoje eu esteja escrevendo para você que passou por grandes dificuldades na vida e quando a tempestade passou abandonou os caminhos do Senhor.
Talvez eu esteja escrevendo para você que pediu por muito tempo uma grande benção e quando o milagre chegou você também abandonou a Deus.
Muitas pessoas pedem a vida inteira por um namorado ou marido e quando conseguem adivinha? Deixam o relacionamento os afastarem de Deus. Outros pedem por emprego e quando encontram o amor ao ganho, ao dinheiro os faz transgredir o sábado. Tantos são os presentes que nos separam de Deus não é? Como videogame, tv, notebooks, etc.
José é um exemplo de fidelidade ao Senhor tanto no palácio como na prisão. E você como tem agido quando alcança a benção? Se esquece de Deus ou continua firme em seus caminhos?
Pense: Muitas pessoas não crescem mais na vida, porque quando recebem uma primeira benção se esquecem de Deus e se Ele derramasse maiores bênçãos mais ainda esta pessoa se afastaria do Céu.
Decisão: Faça uma lista das coisas que tem te afastado de Deus e pense em como não permitir que isso aconteça mais.

quinta-feira, 28 de março de 2019

FILME - O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO







Super recomendo,

Hoje assisti dois filmes, o primeiro é bonito mas não gostei de algumas partes por ir contra os meus princípos de cristã, por conta disso nem vou comentar o nome do filmes rsrs. Mas esse filmes O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO, eu o recomendo pois é lindo, é real, é motivacional, é tudo de bom, tirando as reais circunstanias vividas pela familia protagonista do filme, mas vale a pena.

Para quem tem um sonho e pessoas que duvidam da realização desse sonho, este filme é poderoso. Uma adversidade grande e Ele não deixou e tentou até o fim. Como bem está na frase, "Deus é como o vento que tudo toca!". Me tocou. Amei e me fez reviver.

SINOPSE
Sempre esforçando-se para adquirir conhecimentos cada vez mais diversificados, um jovem de Malawi se cansa de assistir todos os colegas de seu vilarejo passando por dificuldades e começa a desenvolver uma inovadora turbina de vento.

O novo drama de Chiwetel Ejiofor para a Netflix nos conta a história de um herói. Ambientado em Malawi, O Menino Que Descobriu o Vento traz a história de William (Maxwell Simba), garoto morador de um vilarejo da região.
Enquanto passam por um período de chuva rigorosa, os moradores de Malawi ficam impossibilitados de trabalhar na colheita. Esta sendo sua única fonte de renda e alimentação. Porém, quando o período de tempestades acada, a seca toma conta do local e a situação fica ainda pior.
Dessa forma, as pessoas começam a morrer de fome e o governo sequer ajuda. Contudo nós temos um herói aqui. Trata-se de William, que, com sua sede por conhecimento, descobre uma maneira de salvar a todos.

O Menino que Descobriu o Vento é uma história real

Com a direção magnífica de Chiwetel Ejiofor, a história do real William foi contada de uma maneira magnífica. Tudo é mostrado da maneira dura e real que é a vida e os atores foram direcionados perfeitamente. Além de problemas políticos, toda a questão da comida leva a família do garoto a entrar em colapso. E nós vemos esse desmoronar de uma forma delicada, mas real o bastante.

E o roteiro feito pelo próprio William Kamkwamba em parceria com Bryan Mealer foi simplesmente incrível. Não há um momento em que você não sinta a emoção que está sendo passada. E, certamente, você não irá querer tirar os olhos da tela.
Mesmo sendo uma realidade distante da maioria da audiência, o combo direção-roteiro conseguiu fazer com que a visão de estar no lugar dos personagens existisse. Chorei e fiquei entusiasmada junto a William o tempo inteiro em O Menino Que Descobriu o Vento.
Antes de mais nada, quero dar um destaque a Maxwell Simba, o nosso William. É ele quem nos emociona, quem nos faz questionar o porquê de o sistema de ensino ser tão injusto. Afinal, o mesmo é expulso da escola por não conseguir pagar as mensalidades. Mas o quero deixar em maior ênfase é que o ator nos faz sentir tudo o que o personagem sente.
Já Chiwetel Ejiofor nos traz o pai de William, Trywell. Ele é o lado racional da moeda. É quem tenta manter tudo em ordem e que, por um momento, destrói os sonhos de seu filho. Contudo ele percebe que precisa acreditar. Chiwetel foi incrível em O Menino Que Descobriu o Vento. Tanto na direção, quanto na atuação.

Existem casos de vida nesse mundo que são totalmente excepcionais e estes valem muito a pena serem retratados no cinema. O Menino que Descobriu o Vento é um destes causos. William Kamkwamba (Maxwell Simba) sempre foi um garoto engenhoso, e de forma autodidata, descobriu um modo de criar energia eólica no meio da seca em Malawi e assim pôde garantir a irrigação das plantações de um vilarejo, ajundando-os assim a sobreviver perante a fome iminente.
O diretor, Chiwetel Ejiofor, que também atua como Trywell, pai de William, recria esse caso nas telonas para nos mostrar qual a verdadeira importância dos estudos aliada a ecologia, políticas humanitárias e principalmente o senso de comunidade.
O garoto é a chave dessa história narrativa que mais se parece com uma fábula.  William nunca quis os louros para ele; ele quis ser algo maior. Ele quis ser o que venceu por causa da escola, da união, da luta contra as opressões e do respeito ao próximo. Veremos ali um grande tratado de valores que acredito eu, seja necessário para todas as pessoas desse mundo.
Mas não é só de superações que o filme fala. Se faz óbvia, através do longa, a necessidade da informação: é bem explicada quais são as consequências da miséria e da corrupção nos países africanos.
O Menino que Descobriu o Vento pode também ser considerada uma obra de "precaução", como uma espécie de aviso. O que será que acontecerá caso não sejam postas em prática os valores ensinados?
Os símbolos são claros na fotografia: o céu nublado que acaba em chuva representa a tragédia na vida das famílias; enquanto que o sol representa o futuro, que é incerto e difícil.
Em meio a tudo isso o diretor Ejiofor ainda acha um pouco de espaço para nos mostrar um pouco do folclore, das diferentes línguas e dos costumes típicos africanos. E ele retrata a visão de hoje da população que é bondosa mesmo com tanta dificuldade de acesso a informação. Lá ainda se acredita que se o esforço for árduo qualquer um pode se tornar um engenheiro promissor do futuro. A crença pode até parecer ingênua porém este pensamento é apresentado de forma apaixonada e honesta, o que acaba parecendo inegável: é possível tentar. Isso traz empatia para quem assiste; a gente também acaba acreditando que é possível sim vencer.
Enfim, O Menino que Descobriu o Vento nos oferece o problema e a solução,  claramente como um professor. E para nós, espectadores, nos resta se envolver, rindo ou chorando - nos foi entregue as informações e a recompensa prometida.
5 pipocas!
Filme disponível na Netflix.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Filme - WALL·E



WALL-E, abreviação de Waste Allocation Load Lifter Earth-class, é o último robô deixado na Terra. Ele passa o dia arrumando o lixo do planeta. Mas por 700 anos, WALL-E desenvolveu uma personalidade e é mais do que um robô. Ao avistar Eve, uma sonda mecânica em missão à Terra, ele se apaixona e resolve segui-la por toda a galáxia.

WALL·E é um filme de animação americano de 2008 produzido pela Pixar Animation Studios e dirigido por Andrew Stanton. A história segue um robô chamado WALL·E, criado no ano de 2100 para limpar a Terra coberta por lixo. Ele se apaixona por um outro robô, chamado EVA, que tem a missão de encontrar pelo menos uma planta na superfície do planeta Terra. Ele a segue para o espaço em uma aventura que irá mudar seu destino e o destino da humanidade.


O filme se passa no ano de 2815 d.C, época em que a Terra é um planeta abandonado e coberto por lixo, resultado de décadas de consumismo em massa, facilitado pela megacorporação Buy-n-Large (BnL). Desistindo de restaurar o ecossistema, a BnL evacuou a Terra, levando a população a viver no espaço em uma nave estelar chamada Axiom, totalmente automatizada, deixando no planeta apenas um exército de robôs compactadores de lixo chamados "WALL·E" para limpeza durante um período de cinco anos. Entretanto, no ano de 2110, o ar da Terra se tornou muito tóxico para suportar a vida, forçando a humanidade a permanecer no espaço indefinidamente.
No começo do filme, apenas uma unidade WALL·E permanece ativa, tendo desenvolvido personalidade própria, e desenvolvendo também personalidades humanas, o hábito de coletar vários artefatos do lixo enquanto realiza seu trabalho e se tornando amigo de uma barata. Um dia, WALL·E descobre uma pequena planta crescendo em meio ao lixo e a leva para casa, em um depósito.
Mais tarde, uma espaçonave aterrissa e implanta EVA, uma robô avançada, enviada pela nave estelar da BnL, com a diretriz de procurar sinais de vegetação na Terra. WALL·E se apaixona pela inicialmente fria e hostil EVA, que, gradualmente, se abranda e se torna amiga dele. Quando WALL·E a leva ao depósito e lhe mostra a planta, EVA automaticamente a guarda, entrando em modo de espera (diretriz) e enviando um sinal de recolhimento para a nave. Até que a nave chegue para resgatá-la, WALL·E a leva para um passeio de barco em um rio de lixo, a protege de tempestades e cuida de EVA. Quando a nave finalmente chega para resgatá-la, WALL·E se agarra à superfície exterior do foguete e parte para a Axiom.
Na Axiom, os passageiros humanos, vivendo em um ambiente de microgravidade e dependendo totalmente dos sistemas automáticos da nave, sofreram severas perdas de massa óssea e se tornaram obesos mórbidos com o passar dos séculos. O capitão da nave faz pouca coisa, deixando o controle da Axiom para o piloto automático robótico, Auto.
WALL·E segue EVA até a ponte de comando da Axiom, onde o capitão descobre, ao escanear no holodetector a amostra de planta coletada por EVA, que a Terra é habitável novamente e que a Axiom deverá fazer um hipersalto para retornar ao planeta para que seus passageiros possam recolonizá-la. Todavia, Auto ordena que o GO-4, o robô assistente do capitão, roube a planta como parte de uma diretriz final para manter a humanidade longe da Terra, já que a vida foi incorretamente considerada insustentável cerca de 700 anos antes.
Com a planta desaparecida, EVA é considerada defeituosa e enviada para reparos junto com WALL·E. Ele confunde a inspeção de EVA com uma tortura e a liberta, acidentalmente libertando também uma horda de robôs em mal funcionamento, classificando-os como robôs dissidentes. Brava com as perturbações de WALL·E, EVA leva-o até uma nave de fuga, na qual pretende enviá-lo de volta à Terra. À porta da nave, testemunham o GO-4 colocando lá a planta para iniciar uma sequência de autodestruição no espaço. WALL·E entra na nave antes de ela ser lançada, recupera a planta e escapa ileso antes da explosão. Ele então se reconcilia com EVA e ambos celebram e dançam ao redor da Axiom.
A planta é levada ao capitão, que assiste às gravações de EVA de uma Terra desolada e percebe que a humanidade deve retornar ao planeta para recuperá-lo. Entretanto, Auto revela sua diretriz de "não retornar" e arma um motim contra o capitão, desabilitando WALL·E com um taser. EVA e WALL·E são então jogados no lixo, onde são compactados para serem lançados ao espaço. EVA consegue libertar a si e a WALL·E e tenta encontrar peças para consertá-lo, mas percebe que as peças necessárias só existem no depósito na Terra.
No início do acionamento do hipersalto da Axiom, os passageiros são levados ao centro da nave, mas Auto impede o capitão de completar o hipersalto, iniciando uma luta com ele. WALL·E tenta colocar a planta no holodetector, mas Auto o esmaga ao fechá-lo sobre WALL·E. Então EVA o ajuda e o capitão finalmente consegue desativar Auto e abrir o holodetector. Eva coloca a planta no holodetector, soltando WALL·E e enviando a Axiom para a Terra.
Ao chegarem à Terra, EVA leva WALL·E para o depósito, consertando-o e reativando-o com sucesso. Infelizmente, a memória de WALL·E é apagada e ele é revertido para sua programação original. Arrasada, EVA dá a WALL·E um "beijo" de despedida, causando uma fagulha elétrica que faz com que ele recupere sua memória e personalidade. WALL·E e EVA então alegremente se reúnem em enquanto os robôs e os humanos da Axiom começam a restaurar o ambiente da Terra.[5]

A começar pelo enredo, o mundo como conhecemos acabou: e seu fim não foi causado por zumbis, alienígenas ou um grande cataclismo natural. Nada disso, o que causou o apocalipse foi lixo, sabe aquele papelzinho de bala que você jogou no chão porque não tinha nenhuma lixeira por perto? Então, esse inocente papelzinho é um dos culpados do fim, não só dos humanos, mas de praticamente toda forma de vida na terra – ainda sobram as baratas, mas quem liga pra elas?

Claro esse problema que deve ser mostrado às crianças, mas reduzir toda mensagem político filosófica desse obra à uma propaganda sobre sustentabilidade e a importância dos 3 Rs (reciclar, reduzir e reutilizar) é desqualificar Wall-E. Não é só um filminho-lição-de-moral que mostra o problema do lixo nas sociedades urbanas; é muito mais e vou explicar o porquê.

1. Classismo e qualidade de vida. Axiom, a nave que salva todos os humanos sobreviventes pertence à uma empresa privada, certamente a passagem pra um cruzeiro no espaço que durasse “alguns poucos anos” não era barata. O que aconteceu com quem não tinha o dinheiro pra embarcar? O Planeta Terra tem 7 bilhões de habitantes, isso se imaginarmos que no futuro quando o desastre começou e a nave partiu a quantidade se manteve, a bordo da Axiom só havia cerca de 200 pessoas e não há relatos de outras naves com sobreviventes, o que indica que BILHÕES de seres humanos e outros animais morreram de gases tóxicos, e só alguns pouquíssimos (provavelmente os mais ricos!) sobreviveram e vivem no luxo, sem nem se lembrarem do resto da humanidade.
Também há uma revolta de robôs que foram mandados para a sucata, uma analogia com as lutas de classe.

2. Capitalismo e política. O CEO da Axiom também era o presidente do mundo, ou seja, uma empresa privada conseguiu poder político e dominou todas as nações – imagina quem fosse contra alguma política dessa empresa ou a considerasse desleal.

3. Romance. Há um envolvimento amoroso entre Wall-E, que era um robô ultrapassado, que vivia na Terra coletando lixo (uma referência clássica a um cidadão de uma comunidade pobre, trabalhador braçal), e EVA um robô super futurista, cheio de tecnologia de ponta e que vivia no espaço (referência também, a uma cultura mais rica). Poderia ser só mais uma história de amor, à la Romeu e Julieta. Mas, não é. A relação entre os dois passa por muitos problemas e dificuldades, mas não há nenhuma forma de discriminação, seja por parte de EVA ou de qualquer outro personagem na história! Isso porque robôs não tem preconceito! Isso é uma “qualidade” humana.

4. Luta pela vida. A trama começa a se desenrolar quando Wall-E encontra uma plantinha, que prova que a vida na Terra já é possível de novo. Ele e EVA precisam entregar essa plantinha dentro da Axiom, porém o robô-navegador que controla a nave não quer voltar à Terra e por isso faz tudo para impedi-los; a “rebelião” liderada por Wall-E (meio que jogada nos ombros dele), é uma luta dos que defendem a vida contra os que defendem ostatus quo e não querem que o mundo mude de maneira alguma, mesmo que isso vá contra a natureza e a vida.

5. Comodismo. Os últimos humanos sobreviventes vivem em um estado de torpor, servidos diuturnamente pelos robôs, eles nunca se levantam de suas cadeiras e chegam a ter braços e pés atrofiados pela falta de exercício, toda interação entre seus companheiros de viagem é feita através de uma pequena tela à sua frente, que não permite verem como é o mundo à sua volta. Essa situação toda é uma crítica ao mundo atual, no qual todos vivem de olho em seus aparelhos smartphones e parecem desligados da vida. As únicas pessoas que realmente fazem alguma coisa (ou na palavra do capitão: “vivem e não apenas sobrevivem”) são às pessoas que saem de seu conforto e passam a ver o mundo de verdade, fora da tela – o casal que Wall-E, acidentalmente liberta e o capitão da nave.
Data de lançamento27 de junho de 2008 (Brasil)


Direção:  Andrew Stanton
Roteiro: Andrew Stanton e Pete Docter
Duração:  97 minutos
Ano de lançamento: 2008
Gênero: Animação, Comédia, Família

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

NIVER DO NÍCOLAS

Neste domingo comemoramos o niver de 1 aninho do filho do meu primo Ronei e Angelica.
Pensa num bebê adorável e lindo, fomos convidados para um almoço e acabamos passando o dia com eles.
Como era o primeiro aninho ofereci minhas peças para decoração, caso quisesem montar uma mesa pra fotos do bebe. Sugeria  opção do tema carros ou Príncipe, logo a mamae Angelica escolheu Príncipe, levei meu painel de madeira, bolo fake, e algumas coroas e um vaso de buxinho que eu tinha, usei a mesa deles mesmo, ficou uma decoração simples mas foi de coração, e o mais importante a família gostou, e o momento ficou eternizado nas fotos abaixo.
Os balões eles mesmo fizeram o cordão, o vovô Lucili comprou o numero 1 de balão metalizado e usei dois porta retratos que eles ja tinham, veja abaixo as fotos de como ficou.



 







 

  



Nicolas e seus pais Angelica e Ronei, família lindaa...








































































Música campanha RIVA